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- setembro 20, 2013 às 6:54 pm
Pois é …
de tanto os “idiotas inconsequentes mexerem” já conseguiram chamar a atenção das autoridades. A matéria segue na integra, para que ainda seja tempo dos “principes da boçalidade” se recolham e deixem o HOLOFOTE se apagar, porque do contrário, a atividade esta ameaçada !
Vejamos:
Agência multa empresa por voo sem autorização e risco à aviação em SP.
Voo comercial e em cidade é proibido; polícias de 3 estados usam sem avalTahiane StocheroDo G1, em São Paulo
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) está investigando três casos de voos irregulares de drones (veículos aéreos não tripulados, chamados no Brasil de vants) no país. As provas são repassadas para a Polícia Federal, que abre um inquérito para apurar possível crime de atentado contra a segurança do transporte aéreo.
Isso porque, atualmente, só quatro modelos civis estão autorizados a operar: dois israelenses, de grande porte, da PF, e outras duas unidades de fabricação nacional, que receberam certificado para realizar voos
experimentais em maio e em agosto deste ano.
Segundo a Anac, a Gerência Geral de Ação Fiscal (GGAS) não pode divulgar detalhes dos processos em andamento. A Anac não diz quais são os casos.
Mas, um levantamento realizado pelo G1 mostra que, apesar da Anac alertar aos órgãos de segurança pública sobre a proibição, polícias de ao menos três estados realizam voos irregulares (leia mais abaixo).
No último dia 4 de abril, uma quarta investigação da Anac foi concluída: a agência autuou e multou uma empresa do interior de São Paulo que usa os drones com fins comerciais, o que, atualmente, é proibido. O inquérito foi repassado à Polícia Federal, que apura agora se algum responsável pela empresa poderá ser indiciado pelo crime de atentado contra a segurança do transporte aéreo, por ter colocado em risco a segurança de pessoas e carros em terra e outras aeronaves no ar.
Conforme a agência, todo e qualquer tipo de aeronave não tripulada, independente de peso e altitude de voo, não pode operar sem ter um Certificado de Autorização de Voo Experimental (Cave), que é expedido após avaliação do projeto técnico. Para cada voo também é necessário avisar o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), da Aeronáutica.
No caso da empresa do interior de São Paulo, a Anac obteve provas de voos irregulares e com fins lucrativos e repassou o material para agentes da PF. A empresa foi notificada administrativamente e autuada em 4 de abril, quando a Anac emitiu um auto de infração. O nome da empresa e o valor da multa não foram divulgados.
O Código Brasileiro Aeronáutico estabelece para caso de infrações penalidades que vão desde multa até cassação de certificados e habilitações e apreensão. Em novembro de 2012, a agência aumentou o teto da multa por infrações aéreas para R$ 20 milhões.
Além de empresas que prestam serviços, polícias e outros órgãos públicos e privados estão operando drones irregularmente. Segundo a Anac, a dificuldade de se investigar é porque nem sempre é possível o flagrante e a confirmação da responsabilidade pelo voo, já que o drone, ao contrário de um avião, não possui uma numeração. Outro fator que atrapalha é o fato do Brasil ainda não ter uma legislação sobre o tema.
Em fevereiro, a Superintendência de Aeronavegabilidade da Anac enviou uma circular aos secretários de Segurança de todos os estados e do Distrito Federal alertando que nenhum voo pode ser feito sem que o avião possua uma Cave. No documento, a agência informava oficialmente os procedimentos que devem ser adotados para o caso.
Mesmo assim, nos últimos três meses, polícias de Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul usaram drone sem registro junto à agência. Ouvidos pelo G1, oficiais da PM e delegados afirmam que desconhecem qualquer regra para realizar voo. A Anac afirma que avalia qual caso será investigado com base nas provas e informações disponíveis.
Em março, o G1 divulgou um levantamento inédito mostrando que mais de 200 drones estão em operação no Brasil sem que exista regulamentação para o uso civil e comercial destas aeronaves. Desde então, aumentou a pressão para que a Anac faça uma legislação para que drones de pequeno porte possam voar sem restrições.
Conforme a Associação Brasileira de Indústrias de Defesa (Abinde), há ao menos 15 fabricantes de vants à espera de regulação do tema. ?O que está acontecendo é que todo dia mais se vê drones voando pelos céus das cidades. São emissoras de televisão, empresas que vendem imóveis, construtoras, polícias, todo mundo já quer um drone para fazer filmagem. Há um risco enorme de um acidente?, afirma Antonio Castro, presidente do comitê que discute vants na Abinde.
A Anac espera finalizar até o fim de 213 uma norma para que possam ser realizados voos não experimentais de aeronaves remotamente pilotadas. Segundo Castro, a ideia da Abinde é que seja permitido voos de drones de até 2 quilos a uma altitude máxima de até 150 metros.
Polícias usam avião
No Rio de Janeiro, o tenente-coronel Ramiro Oliveira Campos, comandante da Polícia Militar em Macaé pegou emprestado com um amigo um drone para uma operação de 15 dias. Com o modelo, que voo a até mil metros, conseguiu prender ?meliantes escondidos em uma área de restinga e lamaçal?.“Usamos para monitorar a área e foi de grande ajuda, pois o PM vai sabendo quais armas os traficantes têm, se há crianças por perto, evitando tiroteios?, diz o coronel. Segundo ele, o vant não tem registro. “As pessoas usam isso como aeromodelismo. Qualquer um pode ter um vant destes, não tem que avisar nenhum órgão. Não fomos cobrados por nada até agora”
No Rio Grande do Sul, a Brigada Militar e a Polícia Civil usaram um drone em julho em uma operação conjunta contra uma facção que domina o tráfico de drogas em Restinga, na zona sul de Porto Alegre, e em Eldorado, na região metropolitana.
?Foi uma operação grande, com 15 presos, e a secretaria de segurança fez a contratação da empresa que usou o avião, pois há interesse em comprar um. É um equipamento pequeno, de cerca de 50 centímetros, não tem necessidade de cadastro ou autorização de voo e nos ajudou muito?, diz o delegado Nilton Martins.
Ele afirmou desconhecer qualquer orientação sobre a necessidade de registro junto à Anac. ?Voamos baixo, a menos de 100 metros de altura. Tinha até um helicóptero nosso voando ali, tomamos cuidado para evitar contato entre os dois?, pondera ele.
Monitorando suspeitos Já em Santa Catarina, agentes da delegacia de Santa Cecília, no Oeste do estado, prenderam um casal suspeito de tráfico de drogas com a ajuda de um drone. O aparelho foi usado durante uma semana para monitorar o local onde o casal estava O delegado Evandro Luiz Oliveira de Abreu disse que comprou com o drone com dinheiro próprio.
?Eu acredito que, hoje, não há mais como fazer investigação sem um desses. Economiza dinheiro com helicóptero e faz um levantamento detalhado para evitar até troca de tiros na hora que invadirmos o local?, defende o delegado.
?Subimos com o drone até sumir de vista, acho que uns 300 metros de altura. Nós mesmos operamos aqui na delegacia. Não precisa de registro na Anac nem avisar a Aeronáutica, não. É muito simples?, afirma o delegado Abreu.A Anac esclarece que explorar economicamente veículos aéreos não tripulados sem autorização ou usar aparelhos sem certificação implica em violação às normais atuais e que acompanha os casos divulgados pela imprensa. Se comprovadas irregularidades, os responsáveis serão autuados e multados.
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- setembro 21, 2013 às 1:35 am
Blz Marcelo
So uma questão não aconselho um Phantom pra minguem.
tenho pelo menos 8 QUADs com sistemas diferentes e a DJI utilizada pelo Phantom não se da muito bem com o calor depois de terceiro voo seguido o barômetro dela não mantem uma altura regular isso deixa o sistema meio doido.
Marcello Lampreia disse:
Na reportagem eles colocam as regras da ANAC. Muitas regras essas que eu acho ditatoriais, pq como eles mesmo dizem até o final do ano vão regulamentar o uso dos drones, e eu já estou vendo taxas para voar, cursos obrigatórios, taxas de licença pra vôo, Limites etc.. vai perder a graça voar. Eu eu nem tenho um drone ainda.. Estava muito empolgado pra comprar o meu Phantom, e aposto que com depois dessas novas regulamentações vou ficar muito limitado aonde poderei voar.
Tire dúvidas sobre a regulação de drones no país
* É proibida a exploração comercial de drones e o uso com fins econômicos * É proibido o voo em área urbana e cidades. Todo voo deve ser avisado antecipadamente à Aeronáutica * Todo aparelho precisa de certificação da Anac para voar. Não há critérios limites de peso e altura de voo * O processo de ceritificação é definido peloRegulamento Brasileiro da Aviação Civil (RBAC) n° 21 e aInstrução Suplementar 21-002 * Autorizações especiais para operação de aeronave remotamente pilotada são concedidas caso a caso * Empresas ou pessoas que quiserem tirar dúvidas devem procurar a Anac pelo e-mail: rpas@anac.gov.br * Até o fim de 2013, a Anac fará uma regulação para uso de drones sem fins experimentais, como para uso policial ou de imagens aéreas. Haverá critérios de segurança e limites operacionais definidos. * As indústrias defendem o pleno voo de drones de até 2 quilos em uma altitude máxima de 150 metros - setembro 21, 2013 às 2:08 am
Boa Gustavo.. é por isso que entrei na comunidade antes de comprar qualquer coisa pra saber essas coisas.. è mais recomendável então montar um customizado ?
Gustavo santos Almeida disse:
Blz Marcelo
So uma questão não aconselho um Phantom pra minguem.
tenho pelo menos 8 QUADs com sistemas diferentes e a DJI utilizada pelo Phantom não se da muito bem com o calor depois de terceiro voo seguido o barômetro dela não mantem uma altura regular isso deixa o sistema meio doido.
Marcello Lampreia disse:
Na reportagem eles colocam as regras da ANAC. Muitas regras essas que eu acho ditatoriais, pq como eles mesmo dizem até o final do ano vão regulamentar o uso dos drones, e eu já estou vendo taxas para voar, cursos obrigatórios, taxas de licença pra vôo, Limites etc.. vai perder a graça voar. Eu eu nem tenho um drone ainda.. Estava muito empolgado pra comprar o meu Phantom, e aposto que com depois dessas novas regulamentações vou ficar muito limitado aonde poderei voar.
Tire dúvidas sobre a regulação de drones no país
* É proibida a exploração comercial de drones e o uso com fins econômicos * É proibido o voo em área urbana e cidades. Todo voo deve ser avisado antecipadamente à Aeronáutica * Todo aparelho precisa de certificação da Anac para voar. Não há critérios limites de peso e altura de voo * O processo de ceritificação é definido peloRegulamento Brasileiro da Aviação Civil (RBAC) n° 21 e aInstrução Suplementar 21-002 * Autorizações especiais para operação de aeronave remotamente pilotada são concedidas caso a caso * Empresas ou pessoas que quiserem tirar dúvidas devem procurar a Anac pelo e-mail: rpas@anac.gov.br * Até o fim de 2013, a Anac fará uma regulação para uso de drones sem fins experimentais, como para uso policial ou de imagens aéreas. Haverá critérios de segurança e limites operacionais definidos. * As indústrias defendem o pleno voo de drones de até 2 quilos em uma altitude máxima de 150 metros - setembro 21, 2013 às 3:29 am
Amigos
Achei esta matéria no site da ANAC não sei se todos ou alguém já viu esta matéria la.
Oque me importa e que no final dela fala (A empresa e/ou cidadão que tiver interesse em operar um VANT civil no Brasil ou em tirar dúvidas sobre o procedimento de certificação da aeronave pode entrar em contato com a ANAC por meio do endereço rpas@anac.gov.br ).
Enviei um email para ele e estou esperando a resposta.
segue link
- setembro 21, 2013 às 4:00 am
Alguém sabe definir o que é aeromodelo e aeronave ?
Eu concordo que precisa de alguma regulamentação, legislação, etc para parar com as maluquices que já vimos por ai.
Mas comparar um Vant de USD 10mi, R$ 1 mi, R$ 100 mil, com um produto de hobby é errado.
Na nota da ANAC eles mencionam “aeronave”, eu entendo que existe uma distinção entre isso e aeromodelo. Até porque existem VANTs com envergadura de uma pequena aeronave. Então nesse caso os aeromodelos não se enquadram nessa legislação.
- setembro 21, 2013 às 5:36 am
Por causa de poucos inconsequentes muitos estão pagando.- setembro 21, 2013 às 11:27 am
Na verdade é muito mais comodo expedir um pedaço de papel proibindo os voos (sentado em um escritório) do que ir a campo regulamentar algo, é o que fazem po aqui, é por isso que muitas empresas que criam tecnologia abrem e fecham as portas, nenhuma empresa consegue sobreviver eternamente a espera de resolução. Precisam de regulamentação para vender seus produtos e gerar empregos e renda. Não sei o que devem estar consultando, mas deve ser a questão da arrecadação de recursos, pois para um pesado ultraleve, parapente, etc. voar a coisa é mais democrática não creio que vão criar impecilhos para voos de pequenos VANTS, seja racional (se bem que em certos setores do GF isso não existe), mas o que diferencia um VANT de um aeromodelo é a sua capacidade de voo autonomo, um vant possui certa autonomia na sua operação, um aeomodelo não.
- setembro 21, 2013 às 12:24 pm
Marcello,
eu penso que existem dois perfis de pessoas que usam modelos de uma ou outra espécie:
RTF (ready to fly – pronto para voar): aqueles que voce compra, desembala e vai voar
Made in home (feito em casa): ou customizado, como voce diz, que é aquele indivíduo que “quer entender como as coisas funcionam”.
Acho que cada pessoa esta em um momento da vida; as vezes não tem tempo, as vezes naõ tem interese de entender; enfim, tem gente que só quer voar ! Isso nãoé errado.
Mas, uma opinião pessoal e particular, eu gosto dessa coisa do “como é que isso funciona” e ai, eu te digo que existe um prazer enorme em pegar um kit todo desmontado, começar a montar, ler manual, errar, pesquisar, acertar, até que vc consegue chegar na pista e colocar voando ! Ai, voce expressa aquel “ahhhhhhhh, que gostoso !”
Se voce se dedicar ENTENDER como as coisas funconam e porque, vai encontar um prazer extra nessa brincadeira … no meio do aeromodelista está cheio de “fuçador, professor pardal, inventor, etc… “: “é o povo do fundo do quintal (eu estou lá !).”
Marcello Lampreia disse:Boa Gustavo.. é por isso que entrei na comunidade antes de comprar qualquer coisa pra saber essas coisas.. è mais recomendável então montar um customizado ?
- setembro 21, 2013 às 1:19 pm
Concordo plenamente com o Leandro.
Ate por que qualquer maquina uma hora ou outra vai precisar de reparos e manutenção e ai amigo pra onde vc vai correr.
Recentemente estou desenvolvendo um paraquedas para meu VANT vou postar um video que fiz.
Neste video uso um aeromodelo de teste um bixler.editado pela moderação- setembro 21, 2013 às 1:30 pm
Gustavo,
olhando para o lado “segurança” eu vejo que é uma “pegada” boa !
Se o modelo estiver em uma altitude que permita lançar e abrir o paraquedas, com certeza é uma ideia fantástica !
Cria um tópico novo com essa ideia .. achei legal.. poderiamos falar mais sobre essa tecnologia… o que acha ?
Só a título de colaboração, segue um video que deveria ser movido para o tópico próprio:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=sLY7Lg…
Gustavo santos Almeida disse:
- setembro 21, 2013 às 2:41 pm
Leandro
Então o tópico esta aberto.
http://fpvbrasil.com.br/forum/topics/paraquedas-para-pouso-e-sistemas-de-seguran-a
- setembro 21, 2013 às 4:04 pm
Estamos a mais de um ano acompanhando o processo que abrimos junto a ANAC pedindo regulamentação das operações da nossa empresa, acredito que até o final de 2013 esteja tudo finalizado…
- setembro 21, 2013 às 4:09 pm
Fale mais sobre como está conseguindo…- setembro 21, 2013 às 4:55 pm
Até o momento não tenho muito o que falar, pois não conseguimos nada. Mas demos um passo a um ano e meio, que espero ajude a todos e impeça os abusos que vemos com certa frequência.
- setembro 21, 2013 às 9:45 pm
Laercio
Como vocês estão lidando com a ANATEL? Eu estive num seminário da ANAC no início do mês e o pessoal falou muito das dificuldades com a ANATEL com relação as frequências permitidas. Afora as frequências 2.4 GHz e 72 MHz, o que realmente é permitido? 900 MHz, 1.3 GHz ou 5.8 GHz? .
Laercio Mendonça disse:
Até o momento não tenho muito o que falar, pois não conseguimos nada. Mas demos um passo a um ano e meio, que espero ajude a todos e impeça os abusos que vemos com certa frequência.
- setembro 21, 2013 às 9:55 pm
Esse é o meu objetivo.. ler, aprender, fuçar meter a mão na massa, e ganhar experiência.Desde criança eu fuçava as coisas.. desmontei um brinquedo aos 7 anos pra ver o que tinha dentro e por aí vai.. Mas tb não descarto comprar um pré montado barato só pra economizar (afinal é um hobby caro) e daí alçar um patamar onde eu possa partir pra um mais avançado comprando as coisas aos poucos (frame, motores, escs, naza…fatshark antenas.) para que eu possa montá-lo ao meu gosto. Tb quero aprender a soldar e um pouco de eletrônica básica, para não sair queimando componentes. Se eu não tivesse pesquisado e lido eu jamais saberia que não se pode ligar um transmissor sem antena por exemplo. E concordo com você Leandro, não existe prazer maior em ver algo que vc montou funcionando perfeitamente,
Leandro Chaves disse:
Marcello,
eu penso que existem dois perfis de pessoas que usam modelos de uma ou outra espécie:
RTF (ready to fly – pronto para voar): aqueles que voce compra, desembala e vai voar
Made in home (feito em casa): ou customizado, como voce diz, que é aquele indivíduo que “quer entender como as coisas funcionam”.
Acho que cada pessoa esta em um momento da vida; as vezes não tem tempo, as vezes naõ tem interese de entender; enfim, tem gente que só quer voar ! Isso nãoé errado.
Mas, uma opinião pessoal e particular, eu gosto dessa coisa do “como é que isso funciona” e ai, eu te digo que existe um prazer enorme em pegar um kit todo desmontado, começar a montar, ler manual, errar, pesquisar, acertar, até que vc consegue chegar na pista e colocar voando ! Ai, voce expressa aquel “ahhhhhhhh, que gostoso !”
Se voce se dedicar ENTENDER como as coisas funconam e porque, vai encontar um prazer extra nessa brincadeira … no meio do aeromodelista está cheio de “fuçador, professor pardal, inventor, etc… “: “é o povo do fundo do quintal (eu estou lá !).”
Marcello Lampreia disse:Boa Gustavo.. é por isso que entrei na comunidade antes de comprar qualquer coisa pra saber essas coisas.. è mais recomendável então montar um customizado ?
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