Marcelo Gomes

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    • in reply to: SpyHawk

    Bom review ruim… hehehe.

    Já afastou muitos incautos que, talvez, pretendessem gastar com esse brinquedo.

    Pelo menos agora vc está vacinado, basta gastar melhor seu dinheiro daqui para frente.

    Com certeza, com R$ 1.000 bem investidos, vc terá um retorno muito melhor.

    Desejo sucesso!

    Ricardo,

    Creio que aqui encontrará respostas às suas dúvidas: http://www.rcgroups.com/forums/showthread.php?t=1744924

    Boa sorte!

    Antonio,

    Lançamentos de balões são regulados pela Anac. Procure a norma RBHA 101 (cap. 31).

    Além da autorizacão da Anac, é preciso avisar o aeroporto/aeródromo mais próximo sobre a data e hora do lançamento etc.

    Alexandre e amigo Romel, água quente no EPO e EPP parece mágica, rapaz!

    É incrível, mas ele parece voltar a “forma original”. Daí, com tudo alinhadinho, basta colar.

    Uso epoxy pois é mais estrutural. Cola quente, uso para certas coisas, mas nunca diretamente no EPO. Ela agrega peso/volume muito maior que epoxy, em minha opnião.

    Alexandre, só fique atento com a temperatura, pois água muito quente/fervendo (ou seja, 100ºC) causa aumento de volume no EPO, ficando com aparência/textura parecendo “casca de laranja”, só que bem mais grosseira. Mas só isso também, só estética.

    A temperatura exata para esses reparos nos styrofoam, é 82ºC.

    Garanto que quando fibrar a fuselagem/asa do seu aero pela primeira vez (desde que com um véu/tecido de fiberglass bem fino + epoxy cristal) nunca mais vai voar sem fazer isso antes!

    O incremento de peso ocasionado – desde que faça corretamente – é pequeno comparado à resistência da estrutura. Nunca mais terá pena de lixar a barriga do SW nos pousos… hehehe.

    Meus aeros, passo fita zebrada de sinalização (preta/amarela) então acho que se fizer fotos, não aparecerá muita coisa dos reparos. Estou fora de casa, mas amanhã faço umas fotos e posto aqui.

    Vi seu post no RCgroups. Veja lá, num tópico do skyhunter, que eu recomendei o mesmo tipo de reparo a um user que destrui o SH dele no primero voo. E conseguiu consertar tudo com a mesma técnica.

    Grande abraço e sucesso!

    Qual modelo exato dele e quais frequências opera o TX, tem link com as specs?

    Tenho interesse somente em um TX.

    Aguardo retorno por MP, por favor.

    Alexandre, como o Ricardo disse, água quente (cerca de 85ºC)  depois epoxy, resolvem tudo.

    Reparei um SW v6 1680mm meu, que depois de uma forte pancada de bico (deixei a lipo 4s 5A solta e ela deslizou), ficou bem pior que o seu e hj está perfeito.

    Aproveitei e, sobre as partes coladas com epoxy, reforcei laminando com véu de fibra bem leve + resina epoxy cristal. Ficou perfeito e leve.

    Estou para receber esse novo SW 2013, como está sendo chamado. Vc voa com APM nele?

    Desejo sucesso nos reparos, e não esqueça de fazer um “antes e depois”… hehehe.

    Já testou a APM2.5, com qual versão do firmware e do MP? Tem algum tlog do voo?

    Qual GPS é esse?

    Me poem na fila, tenho interesse.

    • in reply to:

    Pôxa, que coisa triste.

    Que acidente horrível… nossa!

    Já há uma universidade americana, que tem cursos de graduação e pós-graduação (até PhD) voltados SOMENTE para área de UAV/UAS, DRONES, VANT. Inclusive através de EAD.

    Veja: http://www.uxvuniversity.com

    Pois é, VANT é um acronimo, por isso não pode ser registrado junto ao INPI, logo, não é um nome comercial.

    É sim uma nomenclatura, baseada na tradução de UAV. E que o mercado adotou, passando a ser utilizada para diferenciar essas aeronaves de aeromodelos radio-controlados, já que esses não fazem voo autonômo.

    Aliás, aeromodelos os órgãos oficiais, como o DECEA, denominam ARP (aeronave remotamente pilotada).

    Já na nova e incipiente legislação que está sendo preparada, vai constar subcategorias mesmo. E também deverão balizar as condições para a operação comercial. Sei que não serão homologados como “experimental”, atualmente nem permitem mais fazê-lo.

    E ao que sei, somente os homologados poderão voar comercialmente. E para voar comercialmente, terão que ter seguro (como uma aeronave comum).
    Que por sua vez só pode ser contratado para as aeronaves homologadas… Que rolo, hein?!

    O que mais temo, é quanto a “formação” que exigirão do piloto. Soube que irão engrossar quanto a isso. O que logo de cara impedirá muita gente de operar.

    Só esperar para ver os próximos capítulos dessa história que todos aqui estão ajudando a escrever…

    Boa sorte!

    Laércio,

    Como vc chamaria o X100 da Gatewing, o Ebee ou Swinglet Cam da SenseFly, o Tiriba da AGX, ou o Nauru500 da XMobots?

    Para vc eles não são VANT, ou seja, Drones de uso civil?

    Daniel Gomes disse:

    Só 200 “drones”….. ahahahahahaha

    Daniel, acho que eles se referiam aos da AGX, que o mais barato, que é o Tiriba, custa cerca de R$ 70.000,00

    EDIT:

    Não, eu estava enganado. Vc tem razão, eles se referiam ao total em operação… erraram feio, hein?!

    Vamos às contas, só eu tenho 3 und… hehehe.

    Abraço!

    devido à facilidade de voo, ao baixo custo e às inovações tecnológicas preparadas para cada modelo, como uso de câmeras, filmadores, sensores de raio-x, dentre outros.

    Existe mesmo isso?

    Já vi IR de vários tipos, mas raio-x??

    Boa matéria!

    Mas achei que também fossem abordar os usados para hobby, ficou de fora infelizmente.

    Quanto a legislação praticamente inexistente, tento certificar um VANT junto à ANAC há mais de 3 meses, mas só recebo respostas evasivas/desencontradas deles.

    Por sua vez, se não o certifico/registro, não posso contratar seguro para sua operação, enfim, uma bagunça!

    Eu até pretendia trazer um Skywalker 2013. A primeira dúvida foi se os parametros de voo que já tinha afinado para meu skywalker 1680mm iria se encaixar nesse que é um novo airframe, pois nem cauda T tem.

    Depois, andei lendo que os vendidos pela BEVRC, principalmente, estão com as asas torcidas (warped). Na verdade, em um dos lados ela não está com o alinhamento horizontal perfeito.

    Causando um giro de ponta de asa sob certas condições/situações que, quase sempre e dependendo da altitude, não dá tempo de recuperar e é lenha na certa!

    Veja vídeo que explica e ensina a identificar o problema: 

    Já o Penguin, também já li comentários da má qualidade do EPO dele, pricipalmente nas asas, como o Daniel citou. Na minha opinião, o skywalker 1680 ou 1900 segue imbatível!

    Enquanto isso, estou para receber um skyhunter, que quando testar eu posto aqui os resultados.

    Forte abraço e boa sorte!

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