Leandro Chaves

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  • Roberto, 

    perfeita a resposta; era mesmo o que eu queria saber. 

    No projeto estou considerando “duas baterias NanoTech 25C  3S 6.0”; de fato, como todos fazem, o projeto é ter uma bateira para o link de som / video + minicamera (e seu pan/tilt)  e outra para o sistema rádio/RC, telmetria, OSD, servos, etc.

    Mas a sua informação caiu como luva ! 

    Rs.. só perguntando aos universitários … 

    A pergunta tem haver com a “fase de planejamento” de uma aeronave que está sendo projetada; assim, consigo “juntar os pesos” e conhecer o seu provavel peso final e foi ai que entrou a dúvida:

    Se eu usar a Bateria X, que pesa Yg, vou precisar de 2… isso vai agregar tantos gramas no peso final … mas e ai, quanto essa bateria vai me dar de autonomia ? Foi ai, exatamente que “empacou” ! 

    Vamos para as perguntas práticas:

    1. o sistema NavLights consome quantos miliamperes por hora de uso continuado ?

    2. o superfarol:

    2.1. qual é o foco dele …. exemplo, a que altura ele ilumina o solo e, quantos metros para frente a aeronave ele ilumina o solo ?

    2.2. qual o consumo por minuto de uso para cada um superfarol ?

    Denilson, quando voce colocar o chainlink o rádio deixa de transmitir / receber sinal em 2.4 e passa transmitir / receber sinal na frequencia do Chainlink … 

    Mas os UHFs abaixo listados, não são todos na faixa de 433 ?

    – Dragon Link 

    – Chainlink

    – Thomaz Scherrer

    Sim, por isso o pessoal opta por instalar nos rádios os módulos “UHF” (433 mhz)

    – Dragon Link 

    – Chainlink

    – Thomaz Scherrer

    – e outros

    De todos, a única restrição que tenho é o Dragon Link, porque vejo muitos relatos negativos sobre a empresa fabricante: atrasos na entrega, serigrafia errada nas placas, etc… 

    E ai eu pergunto: se tanta gente usa o UHF para o radio R/C, não seria confiável usar, também, para a telemetria ?

    Então… 

    Rádio 2.4 com Link 1.2 … já li alguns relatos de  que, quando o avião esta longe, o “link” de 1.2 cobre a onda do rádio e o modelo fica “sem comando” !

    Marcelo Gonzales, 

    não teria sido o Leonardo, quem discordou de voce ? kkkkkkkkkkkkk

    Eu, Leandro, não falei nada contrariando voce ! 

    abraços

    É, por isso pergunto tanto ..rs… para colher as “lições aprendidas” que valem uma fortuna ! Antes de sair fazendo, o negócio é sair perguntando … definir o equipo … comprar, instalar e ter muito menos risco (porque risco zero não existe). 

    Entendi ! No caso, usando somente o “kit de telemetria” no notebook e as placas Ardupilot Mega 2.0 + MiniOSD + TX de video, não seriam suficientes ?

    O Kit de telemetria vai receber “exclusivamente” os dados referente à telemetria ! 

    Assim, além do kit de telemetria eu teria que ter uma “fonte de entrada” do sinal de vídeo + som instalada no notebook, como por exemplo, uma “placa de captura” !

    Assim, eu teria no solo, um RX de video e ela ligada em uma placa de captura; certo ?

    Guto, diante disso eu poderia, por exemplo:

    – instalar um sistema 433 – 435  no link de vídeo (menos critico que a telemetria – posso voar sem o vídeo)

    – instalar um sistema 414 – 454 na telemetria (mais critico que o vídeo – sem a telemetria não consigo voar bem)

    – instalar um sistema 915 no link do radiocontrole (R/C – TX  e RX) que tem demonstrado bons resultados na Europa

    Você comentou sobre antenas no sistema ! Tenho pesquisado sobre o assunto e não tenho chegado à uma conclusão sobre qual melhor conjunto de antenas; penso que na aeronave as “ominidirecionais” são as mais favoráveis e um par de antenas no solo ominidirecional + direcional instaladas em um sistema de antenna tracker conseguiria bons resultados. Mas considerando-se as frequências acima, não são encontradas com facilidade aqui no Brasil (pelo menos ainda não encontrei um fornecedor para elas).

    Bom, pessoal … vou apresentar SOMENTE PARA CONHECIMENTO, que existe um outro meio de conseguir esta informação; entrar no site http://www.aisweb.aer.mil.br/ e nele escolher o icone “CARTAS” e lá digite o aeroporto que desejam conhecer a “variação magnética”; quando aparecer a relação de cartas aeronáuticas, escolham as “Cartas ADC” e nelas vão encontrar um símbolo igual à este da figura abaixo:

    O  número acima, indica a quantidade de graus a ser corrigido.

    Pois bem, este símbolo é a informação da variação magnética que deve ser ajustada “em suas navegações aeronáuticas” a fim de que os seus cursos sejam os desejados. 

    Quando a variação se dá para a direita, soma-se a quantidade em graus.

    Quando a variação se dá para a esquerda, diminui-se a quantidade em graus. 

    Como o Marcelo Favoretto disse, ouve uma “falha na comunicação” ! Como não sou comerciante das peças, apenas estava cedendo as minhas para ele e faria a compra, novamente, com pouco mais de tempo para esperar; como não deu certo (pór falha na comunicação) acabei tomando a decisão de instalar os RX no Antenna Tracker que estou montando e o TX em um modelo trainner que montei pra um teste. 

    Pô, que pena … não controla tricópteros ….

    Me parece uma placa fantástica ! Mas eu estou TENTANDO entender esse lado do hobby e ver se me convenço montar um !

    Mas já andei vendo, eu tenho que iniciar pelo Y que é mais fácil …. pelo menos para eu me entender com o bicho !  Um quad, nunca vou saber de que lado ele esta ..rs.. ai vai ser lenha !

    Hummmm rs… ai vc tem razão Gabriel !

    Seria o caso de montar um “Black List” ? rs 

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